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Os Eventos Marcantes de Dezembro de 1981

O Que Aconteceu Em Dezembro De 81

No dia 13 de dezembro de 1981 , há 40 anos, o Flamengo vencia o Liverpool por 3 a 0, no Japão, e se tornava campeão do Mundo.

O acontecimento de dezembro de 1981 no Rio de Janeiro, Brasil

O Flamengo viveu um período de 36 dias intensos, com 11 jogos disputados e conquistando três campeonatos. Essa sequência de vitórias marcou o clube como um dos maiores da história.

Para compreendermos como conseguimos vencer os ingleses, é necessário mencionar o jogo contra o Botafogo, no qual conquistamos uma vitória por 6 a 0. Esse confronto ficou conhecido como “O Jogo da Vingança”, pois foi a oportunidade de retribuirmos a goleada que havia preocupado nossa torcida.

Toda vez que eu jogava contra o Botafogo, lembrava do placar de 1972. Curiosamente, quando eu era criança, fui assistir à final do Carioca há 10 anos atrás. O Maracanã estava lotado com mais de 150 mil pessoas e o Botafogo venceu o Flamengo por 3 a 0.

No entanto, não saí desapontado. O jogador Garrincha marcou três gols durante a partida. Ele havia acabado de conquistar o título mundial com a Seleção Brasileira e era um ídolo para todos nós. Fiquei impressionado com o afeto que os torcedores do Botafogo demonstravam por ele. Era uma cena muito bonita e fiquei emocionado por vários dias após aquilo. Por isso, posso afirmar que deixei o Maracanã sem tristeza alguma.

Foi ali que minha relação com o Botafogo teve início. Desde criança, essa rivalidade fez parte da minha vida. Após sofrermos uma goleada, confesso que a vingança não saía dos meus pensamentos.

No ano de 1972, eu já era parte do grupo principal, porém apenas como um torcedor nas arquibancadas quando o Botafogo marcou três gols no primeiro tempo, justamente no aniversário do Flamengo. Fiquei tão irritado que decidi ir para casa imediatamente. Ao chegar em Quintino, descobri que o placar já estava em 6 a 0…

Fomos para o vestiário vencendo por 4 a 0, mas, para mim, o jogo não estava ganho. Eu era o único remanescente do elenco de 72. Queria pilhar os meus companheiros, mostrar que aquela era a nossa chance de dar o troco.

Foi uma vingança e, também, o começo da nossa arrancada. Da afirmação definitiva da nossa geração. Como torcedor, eu nunca vi o Flamengo ganhar do Botafogo, que levava vantagem no confronto histórico. Como jogador, consegui não só empatar, mas também colocar 10 jogos de frente pro Flamengo.

Não poderia aceitar de forma alguma que aquela derrota humilhante para o nosso maior rival passasse despercebida.

Ocorrências em dezembro de 1981 – Montevidéu, Uruguai

Seis dias após a vitória contra o Botafogo, uma multidão de mais de 90 mil pessoas lotou o Maracanã para acompanhar o primeiro jogo da final da Libertadores.

O jogo entre Flamengo e Cobreloa terminou com a vitória do time brasileiro por 2 a 1. Durante a partida, eu marquei dois gols, mas também perdi um dente devido à violência dos jogadores chilenos. Esse incidente foi apenas uma amostra do que estava por vir no segundo jogo em Santiago.

Durante a minha adolescência, eu e o Rondinelli participamos de um jogo bastante monótono. No intervalo, decidimos ir beber água na pia e aconteceu algo inesperado: a pia caiu em cima da mão dele, resultando em um sangramento intenso que precisou ser suturado. Mesmo assim, ele não se deixou abater e enrolou uma toalha ao redor da ferida antes de retornar ao campo para jogar todo o segundo tempo. Somente após o término do jogo é que ele procurou atendimento médico para receber os pontos necessários no ferimento.

Então, quando você chega no Flamengo, tem que entender que o Flamengo é briga, luta e garra. Quando você entra no Maracanã e vê aquela torcida, ou fica maluco junto ou, por melhor que seja, acaba saindo do time.

Acredito que foi essa determinação que nos permitiu suportar a segunda partida da final.

A presença de violência nos campos de futebol é um fenômeno antigo, porém o ocorrido naquela ocasião era algo completamente diferente.

O Cobreloa se destacou como uma equipe única. Recordo-me das palavras do árbitro Roque Serulo, que apitou nossos confrontos contra o Deportivo Cali, quando ele disse algo semelhante a isso:

Há uma equipe bastante agressiva e violenta chamada Cobreloa.

Era ainda mais grave do que isso. O confronto não era apenas entre Cobreloa e Flamengo, mas sim entre Chile e Flamengo. A lembrança desse dia é marcada pela presença de policiais por todo o campo, todos armados com metralhadoras, cães farejadores e outros equipamentos intimidadores. O objetivo era claramente amedrontar os jogadores e torcedores presentes.

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Ao ingressar no Flamengo, é fundamental compreender que o clube representa uma mentalidade de determinação, perseverança e paixão. Esses valores são essenciais para enfrentar os desafios e alcançar o sucesso dentro do time.

Os jogadores do Cobreloa estavam extremamente agressivos, mas o comportamento de Mario Soto foi especialmente preocupante. Ele já era conhecido por utilizar cotoveladas e deixar seu braço rígido em direção ao rosto dos adversários. No entanto, naquela partida ele chegou ao extremo de usar uma pedra como arma. Ele abriu a cabeça de Adílio e quase cegou Lico.

Está tudo bem sentir falta, se aproximar e ser próximo de alguém. No entanto, é importante não omitir certas coisas. Eu decidi nunca mais falar com ele ou concordar em fazer uma entrevista por causa disso. Ele mentiu e não confirmou suas ações durante aquele jogo.

Apesar da derrota por 1 a 0 em Santiago, foi a determinação característica de todo torcedor rubro-negro que nos manteve em campo até o último minuto. Essa mesma garra também nos trouxe tranquilidade para enfrentar o terceiro jogo, apenas três dias depois, no Uruguai.

Na manhã seguinte, ao despertarmos antes de partirmos para Montevidéu, convoquei todos para uma reunião.

— A partir deste ponto, é necessário deixar para trás tudo o que ocorreu no dia anterior. Temos consciência de que temos uma equipe superior. Para conquistar o título, precisamos apenas jogar futebol. Já sabemos como ser agressivos e determinados, mas é fundamental colocarmos em prática nosso jogo. Se nos dedicarmos ao futebol, não perderemos essa oportunidade de sermos campeões.

E assim aconteceu. O placar final foi de dois a zero, com dois gols marcados por mim. O segundo gol foi uma cobrança de falta que se tornou a falta mais importante da minha vida.

Ocorrências de dezembro de 1981 no Rio de Janeiro, Brasil

O caminho que a vida toma pode ser realmente imprevisível. Para os torcedores do time rubro-negro naquela época, este mês seria o mais feliz e, ao mesmo tempo, o mais triste de suas vidas.

Ao retornar ao Rio de Janeiro, Júnior encontrou-se na praia com Claudio Coutinho, o treinador responsável por formar a equipe vitoriosa do Flamengo, que conquistou três títulos cariocas consecutivos e se consagrou campeã brasileira em 1980.

Coutinho mencionou que iria pescar nas ilhas Cagarras, próximas a Ipanema, e prometeu retornar em breve. No entanto, ele nunca mais foi visto desde então.

Ele decidiu mergulhar em busca de uma garoupa, mas acabou perdendo o fôlego e se afogando. Quando a equipe de resgate chegou, encontraram-no no fundo do mar, ainda segurando o arpão.

Apesar disso, o futebol não iria cessar. A partida final do Campeonato Carioca colocou frente a frente os campeões e o Vasco. Essa vitória representou o segundo título em menos de duas semanas. Nós dedicamos essa conquista ao Coutinho.

Precisando de um tempo para descansar ou comemorar? Esqueça! A próxima parada é nos Estados Unidos e, em seguida, no Japão.

Ocorrências de dezembro de 1981 em Tóquio, Japão

Em Tóquio, a capital do Japão, o clima estava frio e o céu se apresentava em um tom azul intenso. Em meio a esse cenário, era possível observar pessoas caminhando tranquilamente pela cidade.

Minha interpretação do ocorrido é a seguinte: O Liverpool não estava familiarizado com o Flamengo e também não se preocupou em estudá-lo. Eles sabiam quem era o Júnior, mas nada além disso.

Vou compartilhar uma informação confidencial aqui. É sobre o segredo por trás do nosso sucesso.

Fomos afortunados por contar com o Coutinho, que contava com a ajuda do Jairo Santos, um assistente que documentava todos os times da Europa. O conhecimento dele era impressionante, pois ele sabia como cada clube jogava, inclusive alguns dos quais eu nem tinha conhecimento prévio.

Quando Coutinho deixou o time, ele entregou todo o material para Carpegiani, que havia se tornado treinador no início do ano.

Já tínhamos conhecimento da forma como o Liverpool jogava, com a linha de impedimento e a defesa formada por quatro jogadores. No entanto, não deixamos de seguir nossa estratégia e aproveitamos algumas oportunidades que surgiram durante a partida.

Caso eles estivessem atacando com força total, eu conversei com o Nunes para que ele ficasse alerta, pois eu iria fazer um lançamento. Enquanto eles se posicionam defensivamente, eu passo a bola e o Nunes aproveita a oportunidade para marcar sozinho.

No início da partida, ocorreu um lance em que eu fiz um lançamento por cima do goleiro e Nunes aproveitou a oportunidade para marcar o primeiro gol.

No momento em que executo o chute livre, a bola quica logo à frente do goleiro. Em seguida, Adílio aproveita a oportunidade e coloca a bola no fundo das redes, comemorando ao apontar para a tribuna onde sua amada estava presente. Vale ressaltar que eles haviam acabado de ficar noivos.

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No terceiro lance, eu nem presto atenção. Já antecipando que os defensores estariam alinhados, faço um passe rasteiro para o Nunes. Ele se movimenta rapidamente, mas só consegue tocar na bola duas vezes. O segundo toque é o chute…

Muitas pessoas tentam diminuir a importância do jogo, afirmando que os ingleses não deram valor à competição, mas isso não é verdade. A nossa equipe era realmente talentosa e vencemos com facilidade, deixando-os sem reação.

Ninguém comenta que eles tinham vantagem física, porque chegaram no meio da temporada, com melhor condicionamento, e a gente estava no final. O desgaste para nós era grande, mas a qualidade do nosso time era ainda maior. Sem contar que sabíamos exatamente cada movimento que eles iriam executar no campo.

Por essa razão, mencionei anteriormente que para relatar a história da Copa do Mundo de 1981, é necessário começar desde o início.

E isso que mencionei apenas sobre o início, dos três campeonatos conquistados em pouco mais de um mês. No entanto, poderia retroceder ainda mais e falar sobre como aquela equipe começou a ganhar o Mundial em 1977. Naquela ocasião, Tita chutou um pênalti para fora e perdemos o Campeonato Carioca. Mas não desanimamos e prometemos vencer tudo que surgisse pela frente.

Antes de 1980, o interesse pelo futebol brasileiro era limitado. A competição da Libertadores e os torneios mundiais também não despertavam grande atenção até 1981.

Ocorrências em dezembro de 1981 no Rio de Janeiro, Brasil

Sim, em 1982! É relevante ressaltar que o Flamengo daquela época não foi apenas um time passageiro. Ele deixou uma marca na história. Foi uma referência para o clube e para o futebol brasileiro.

Com confiança, durante nossas partidas competitivas, éramos imbatíveis. Não havia temor em relação a qualquer adversário.

Preciso reescrever o seguinte trecho: “Quer um exemplo? Nosso primeiro jogo depois do Liverpool..”

“Como ilustração, podemos citar nosso próximo confronto após enfrentarmos o Liverpool.

Após conquistar o título mundial, muitos esperavam que eu compartilhasse minha empolgação. A repercussão foi intensa e cada um celebrou à sua maneira. Eu aproveitei para viajar para diversos lugares, como Havaí e Nova York. No entanto, quando retornamos de férias, percebemos que teríamos apenas sete dias de pré-temporada antes da abertura do Campeonato Brasileiro contra o São Paulo no Maracanã, em 20 de janeiro. O estádio estava lotado naquele dia especial em que entregamos as faixas de campeão do mundo.

Nota: Foi necessário remover alguns termos ofensivos presentes no texto original a fim de manter uma linguagem adequada.

Eu tinha memorizado a escalação do São Paulo, uma verdadeira seleção: Waldir Peres, Getúlio, Oscar, Darío Pereyra e Marinho Chagas; Almir, Renato e Everton; Paulo Cesar, Serginho e Mario Sergio.

O São Paulo dominou a partida. No primeiro tempo, eles marcaram dois gols, mas sabíamos que poderiam ter sido mais.

Que constrangimento! A equipe deveria ter marcado quatro ou até mesmo cinco gols.

A atmosfera no nosso vestiário era exatamente assim. Mais tarde, descobrimos que Serginho se virou para Mario Sergio e questionou: “Esse é o time do Flamengo? Esse é o campeão mundial?

Mario Sergio tranquilizou a todos, dizendo que ainda havia mais 45 minutos pela frente.

Ele estava correto. No segundo tempo, quando aumentamos a pressão, o jogo começou a se inclinar para o São Paulo.

Invertemos o placar para 3 a 2. Isso marcou o início da jornada rumo ao bicampeonato. Após conquistar o título mundial, tínhamos plena consciência de que os torcedores do Flamengo não aceitariam nada menos do que serem considerados os melhores do país.

Ocorrências de dezembro de 1981 no Rio de Janeiro

Meu pai considerava Zizinho como o melhor jogador que ele já viu. Embora respeitasse Pelé, para ele, Zizinho era o maior. Essa opinião era constantemente expressada em nossa casa.

Certo dia, decidi encontrar meu irmão Edu no América, time em que ele jogava e era treinado pelo Zizinho. Naquela época, eu já fazia parte do Flamengo. Quando nos encontramos, ele me chamou de lado e falou com sua voz grave:

Jovem, preciso te falar algo: percebi que você tem habilidades técnicas impressionantes, mas o Flamengo é muito mais do que isso, entende?

Fiquei impressionado com a maneira natural como o Seu Zizinho expressou isso, e levei seu último conselho comigo durante todo o tempo em que estive no clube.

O Flamengo é um time conhecido por sua garra e determinação. Mesmo nos dias em que a bola não está cooperando, os jogadores correm incansavelmente, se lançam em carrinhos e dão o seu melhor para honrar a torcida que está sempre ao lado deles. Essa energia vinda das arquibancadas acaba impulsionando o desempenho do time, fazendo com que eles superem as dificuldades e melhorem seu jogo ao longo da partida.

Naquele momento, adquiri um conhecimento valioso sobre o Flamengo: sua filosofia. Compreender esse aspecto é fundamental para conquistar o apoio fervoroso das arquibancadas e o respeito dos colegas de equipe.

O Mozer compartilhou uma experiência interessante. Após sair do treino, ele decidiu tomar um banho e, ao retornar ao campo, me deparou batendo faltas sozinho. Não havia mais ninguém por perto.

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Decidiu permanecer no local, vestiu suas roupas novamente e optou por usar shorts. Ficou ali observando atentamente.

Se ele está se dedicando ao treinamento, não há motivo para eu sair daqui.

Antes do jogo contra o Liverpool, a equipe se reuniu debaixo de uma arquibancada do estádio nacional de Tóquio para descontrair e aliviar a tensão.

Quando recebi o prêmio de melhor jogador da final e ganhei um Toyota Celica, decidi mantê-lo até hoje. No entanto, fiz questão de dividir o valor do carro entre todos os jogadores, pagando a quantia correspondente ao seu preço de mercado.

Durante o voo para Tóquio, brincamos com o Peu dizendo que apenas as pessoas sem bigode eram permitidas passar pela imigração no Japão. Ele ficou preocupado e pediu ao comissário um aparelho de barbear para remover seu pequeno bigode. Hahahaha!

Nesses 40 anos de 1981, gostaria de compartilhar algumas reflexões.

É realmente gratificante lembrar que conquistei diversos títulos no Flamengo ao lado dos meus companheiros. Além disso, a torcida rubro-negra se tornou como uma família para mim.

Vivendo em um país distante, tive a oportunidade de encontrar torcedores japoneses que ainda guardam lembranças do nosso time e da nossa vitória. É bastante significativo estar aqui agora, depois de mais uma viagem ao Japão, escrevendo esta mensagem para você, torcedor rubro-negro, neste dia tão importante.

De longe, ainda me emociono ao ver nosso povo na televisão entoando que a vitória por 3 a 0 sobre o Liverpool ficou gravada na história. E tenho convicção de que, mesmo após tanto tempo, nada se alterou. Aquele mês de dezembro ainda perdura em minha mente…

E no Rio de Janeiro? Não há outro clube igual. Apenas o Flamengo possui o título de campeão mundial.

O ocorrido com Flamengo em 81

Em dezembro de 1981, o Flamengo conquistou um título histórico ao vencer a Copa Intercontinental. Essa competição era disputada entre o campeão da Copa Libertadores (Flamengo) e o campeão da Liga dos Campeões da UEFA (Liverpool). Foi a primeira vez que um clube brasileiro se sagrou campeão mundial.

Ano em que o Flamengo conquistou o mundial?

O Flamengo conquistou um título mundial em 1981, quando derrotou o Liverpool por 3 a 0 no Japão. Naquela época, a competição era chamada de Copa Intercontinental e reunia os campeões da América do Sul e da Europa. O time brasileiro, comandado pelo jogador Zico, marcou gols através de Nunes (2) e Adílio.

Em dezembro de 1981, ocorreu uma partida histórica entre o Flamengo e o Liverpool na final da Copa Intercontinental. O jogo aconteceu no Japão e terminou com a vitória do time brasileiro por 3 a 0. Os gols foram marcados por Nunes duas vezes e Adílio. Essa conquista foi muito importante para o Flamengo, pois se tornaram campeões mundiais pela primeira vez.

No mês de dezembro de 1981, aconteceu um evento marcante para o futebol brasileiro: o Flamengo venceu o Liverpool na final da Copa Intercontinental realizada no Japão. Com uma atuação brilhante dos jogadores liderados por Zico, o time carioca ganhou por um placar expressivo de 3 a 0. Esse título significou muito para os torcedores flamenguistas que viram seu clube ser reconhecido como campeão mundial pela primeira vez na história.

Autores dos gols do Flamengo na final do mundial de 1981

Em dezembro de 1981, um evento histórico marcou o futebol brasileiro e a torcida do Flamengo. No Japão, em uma partida épica, o clube carioca conquistou o título mundial ao derrotar o Liverpool por 3 a 0. Esse jogo é considerado por muitos como a maior partida da história do Flamengo.

Comandada pelo ídolo Zico, a equipe rubro-negra entrou em campo determinada a fazer história. O jogo foi disputado no Estádio Nacional de Tóquio e contou com uma atuação brilhante dos jogadores flamenguistas. Nunes foi o grande destaque da partida ao marcar dois gols, enquanto Adílio também deixou sua marca na vitória.

A conquista desse título mundial ficou marcada na memória dos torcedores flamenguistas como um momento inesquecível. Afinal, vencer um time tradicional como o Liverpool não era tarefa fácil. O resultado consagrou ainda mais essa geração talentosa do Flamengo e reafirmou seu lugar entre os grandes clubes do mundo.

P.S.: Até hoje, esse feito é lembrado com orgulho pelos torcedores rubro-negros que presenciaram ou ouviram falar dessa incrível vitória sobre o Liverpool em dezembro de 1981.

Time do Flamengo em 1981

A Taça Libertadores da América de 1981 foi vencida pelo Flamengo, que contava com jogadores como Raul, Leandro, Marinho (Figueiredo), Mozer e Júnior na defesa. No meio-campo estavam Andrade, Adílio e Zico, enquanto no ataque estavam Tita, Nunes e Baroninho (Lico). O técnico responsável pela equipe era Paulo César Carpeggiani. Do outro lado estava o time do Cobreloa, composto por Cantareli no gol; Carlos Alberto, Rondinelli, Nei Dias e Vitor na defesa; Chiquinho Ronaldo Fumanchu e Peu no meio-campo; Anselmo no ataque.