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A Queda Capilar: Descubra o que Realmente Causa a Perda de Cabelo

O Que Faz Cair Os Cabelos

Alterações da tireoide, anemia, estresse e falta de vitamina D são causas comuns de queda de cabelo fora do normal. O sintoma torna necessário investigar a causa do problema, que pode ter origem em uma doença do cabelo , do couro cabeludo ou ser uma questão de saúde que exerça influência nos fios. 1 Cʼhwe. 2023

O que leva à queda de cabelo?

A perda excessiva de cabelo é uma preocupação frequente entre indivíduos de ambos os sexos.

Existem diversos elementos que podem influenciar essa questão, desde fatores genéticos até influências externas. Vamos explorar alguns desses motivos para compreender melhor o problema.

Causas da Queda de Cabelo: O Papel do Estresse

Existem várias causas que podem levar à queda de cabelo. Alguns fatores comuns incluem desequilíbrios hormonais, estresse excessivo, deficiências nutricionais e condições médicas subjacentes. A genética também desempenha um papel importante na perda de cabelo, especialmente em casos de calvície masculina ou feminina. É essencial identificar a causa subjacente da queda de cabelo para determinar o melhor tratamento possível e prevenir mais danos aos folículos capilares.

O estresse é uma reação do organismo diante de situações desafiadoras ou ameaçadoras, podendo ser causado por diversos motivos como questões pessoais, profissionais, financeiras, traumas ou eventos estressantes.

Quando estamos sob estresse, nosso corpo produz hormônios, como o cortisol, que podem ter um impacto negativo na saúde do cabelo.

A longo prazo, o estresse pode causar alterações no corpo que afetam negativamente a saúde capilar. Isso inclui a diminuição da força dos folículos capilares e a interrupção do ciclo de crescimento do cabelo.

Um time de pesquisadores de universidades alemãs conduziu um estudo sobre o impacto do estresse nos folículos pilosos de ratos.

Durante o estudo, os cientistas analisaram a inflamação neurogênica, um processo inflamatório em certas partes do corpo que é causado por substâncias químicas liberadas pelo tecido nervoso e afeta vários órgãos e tecidos.

Se descobriu, então, que uma comunicação intensa entre as terminações nervosas de nossa pele e as células de nosso sistema imune, responsáveis por estados de inflamação cutânea em situações de estresse.

De acordo com a pesquisa realizada, foi constatado que a inflamação neurogênica desencadeia o processo de apoptose celular na matriz do cabelo, resultando em sua morte.

O Impacto das Alterações Hormonais na Queda de Cabelo

De acordo com a SBD, as causas da queda de cabelo também podem estar relacionadas às doenças do couro cabeludo.

Os desajustes hormonais podem interferir no processo de crescimento capilar e resultar em um aumento na queda dos fios.

De acordo com informações do Ministério da Saúde, os distúrbios da tireoide podem ter impacto no processo mencionado.

A diminuição na taxa metabólica pode causar um crescimento mais lento do cabelo, enquanto o hipertireoidismo pode acelerar o ciclo capilar e levar a uma queda intensa de cabelo.

Durante a gravidez, ocorrem mudanças significativas nos níveis hormonais do corpo da mulher. Essas alterações podem afetar o cabelo, resultando em um aumento na densidade e espessura dos fios. Como consequência, o cabelo tende a ficar mais cheio e saudável durante esse período.

Após o nascimento do bebê, é comum que ocorra uma diminuição repentina nos níveis hormonais da mãe. Isso pode levar ao eflúvio telógeno pós-parto, uma condição em que há um aumento na queda de cabelo nos meses seguintes ao parto. No entanto, essa situação costuma ser temporária e não deve se prolongar por muito tempo.

Fatores Genéticos que Influenciam a Queda de Cabelo

A predisposição genética é um fator adicional que pode levar à queda de cabelo. Segundo informações do Ministério da Saúde, a alopecia androgenética é uma condição em que a perda de cabelo é determinada geneticamente.

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A perda de cabelo causada pela alopecia androgenética é resultado da sensibilidade dos folículos capilares aos hormônios sexuais, principalmente a dihidrotestosterona (DHT), que é um subproduto da testosterona.

Em pessoas com predisposição genética, a DHT pode afetar o ciclo de crescimento do cabelo. Ela tende a reduzir a fase de crescimento (anágena) e prolongar a fase de repouso (telógena).

Isso leva ao enfraquecimento dos fios de cabelo, tornando-os mais finos e com menor tempo de crescimento. Com o passar do tempo, os folículos capilares podem diminuir de tamanho e ocorrer a queda dos cabelos.

A perda de cabelo em homens, conhecida como alopecia androgenética, é caracterizada por uma redução progressiva dos fios na região da coroa e das têmporas, resultando em uma área calva no topo da cabeça.

Nas mulheres, os cabelos se tornam mais finos em todo o couro cabeludo, sem uma área específica de perda acentuada.

O Impacto das Deficiências Nutricionais na Queda de Cabelo

Uma alimentação adequada é essencial para manter a saúde dos cabelos. A falta de nutrientes pode causar queda excessiva e enfraquecimento dos fios.

Um estudo que analisa os efeitos dos suplementos alimentares na saúde capilar aborda a influência da falta de determinados nutrientes.

A falta de Ferro no organismo pode causar queda de cabelo, mesmo que não haja anemia visível.

A ribonuclease redutase é um componente essencial para a divisão celular no bulbo capilar, responsável pela síntese de DNA. Quando os níveis desse componente estão baixos, torna-se mais difícil manter os cabelos na fase anágena.

A alopecia está relacionada tanto à falta quanto ao excesso de vitamina A.

Altos níveis de vitamina A no sangue têm o efeito de estimular a fase de crescimento dos folículos capilares, prolongando assim o processo pelo qual os fios de cabelo emergem da superfície da pele.

Doenças que causam queda de cabelo

A perda de cabelo também pode ser desencadeada por doenças, como um exemplo.

Um estudo internacional conduzido por médicos de diferentes países revelou que 25% das pessoas com a doença sofrem com queda de cabelo. Foi constatado que situações de estresse e medo podem aumentar o risco dessa condição.

De acordo com a especialista em cardiologia Stephanie Rizk, é possível que ocorra queda de cabelo em pacientes com sintomas leves a moderados da Covid-19, mesmo quando não se trata de casos graves da doença.

A infecção da Covid-19 pode causar inflamações em várias partes do corpo, incluindo os vasos sanguíneos. Essa inflamação também pode afetar os vasos que nutrem o couro cabeludo, resultando em uma condição chamada foliculite. A foliculite é caracterizada pela inflamação dos folículos capilares e pode levar à perda de cabelo.

No entanto, é importante considerar que certos fatores de risco podem desempenhar um papel significativo nessa condição. Por exemplo, a presença de anemia, deficiências nutricionais e minerais, o período pós-parto e alterações hormonais e químicas são elementos que podem ter uma forte influência no desenvolvimento dessa condição.

Causas da queda de cabelo: entenda os efeitos dos tratamentos

A perda de cabelo também pode ser um efeito indesejado de certos tratamentos, sendo a quimioterapia o exemplo mais conhecido.

De acordo com informações do Instituto Oncoguia, tanto a quimioterapia quanto a radioterapia têm o potencial de provocar a perda de cabelo. Isso ocorre porque esses tratamentos danificam os folículos pilosos, que são responsáveis pelo crescimento dos fios capilares.

Os medicamentos utilizados na quimioterapia têm o objetivo de combater as células cancerígenas, mas também podem afetar negativamente as células saudáveis que se multiplicam rapidamente, como aquelas responsáveis pelo crescimento do cabelo, sobrancelhas, cílios e pelos corporais.

Em geral, o crescimento capilar tende a reiniciar após o fim do tratamento.

É válido destacar que nem todos os medicamentos quimioterápicos resultam em perda de cabelo, uma vez que isso varia conforme as substâncias utilizadas.

No caso da radioterapia, a radiação pode afetar os folículos capilares na região tratada, levando à queda de cabelo localizada. A intensidade dessa queda varia de acordo com a dose de radiação e a área em que é aplicada.

Por que o cabelo cai?

Existem várias causas para a perda de cabelo, tais como infecções causadas por fungos ou bactérias, traumas na região capilar, hábitos compulsivos de arrancar os próprios fios em áreas específicas como cabeça, sobrancelhas ou barba, excesso de oleosidade que leva à dermatite seborreica e aplicação exagerada de produtos químicos. Além disso, outros fatores podem contribuir para a queda dos cabelos:

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1. Alterações hormonais

2. Deficiências nutricionais

3. Estresse emocional

4. Uso frequente de chapinhas e secadores com temperatura alta

5. Exposição prolongada ao sol sem proteção adequada

É importante consultar um médico especialista para identificar a causa da perda de cabelo e buscar o tratamento mais adequado.

O Que Provoca a Queda Excessiva de Cabelo?

É comum ocorrer a perda diária de 50 a 100 fios de cabelo, pois isso faz parte do ciclo natural de crescimento dos fios.

Caso você observe uma quantidade consideravelmente maior de cabelo caindo ou perceba áreas com menos fios, pode ser um indicativo de excessiva queda capilar.

Esses especialistas têm a capacidade de realizar exames, analisar o histórico médico e avaliar a condição capilar para identificar a origem da queda excessiva dos fios e indicar o tratamento adequado.

Como evitar a queda de cabelo?

Manter uma rotina de lavagem frequente dos cabelos é importante para a saúde do couro cabeludo e dos fios. No entanto, é recomendado evitar usar água muito quente durante o processo, pois isso pode danificar os cabelos e causar queda.

Além disso, é essencial escolher produtos adequados para cuidar dos cabelos. Utilize shampoo, condicionador e tônico específicos para o seu tipo de cabelo. Evite também expor os fios a altas temperaturas, como secadores ou chapinhas em excesso, pois o calor pode enfraquecer os fios e levar à queda.

Uma alimentação equilibrada também contribui para a saúde capilar. Certifique-se de incluir nutrientes importantes na sua dieta que promovam o crescimento saudável dos fios. Evite ainda utilizar muitos produtos nos cabelos, pois o acúmulo de substâncias pode obstruir os folículos capilares e prejudicar a saúde do couro cabeludo.

Outro ponto relevante é tratar qualquer problema no couro cabeludo que possa estar causando caspa ou irritação. A presença desses problemas pode levar à queda excessiva de cabelo. Por fim, evite situações estressantes sempre que possível, pois o estresse emocional também está relacionado com a perda capilar.

Como tratar a queda de cabelo: recomendações

Recomendação para tratar o cabelo com queda / Imagem: Shutterstock

Quando ocorre queda de cabelo, é essencial buscar um tratamento adequado. No entanto, é importante evitar o uso de produtos milagrosos e procurar a orientação de um dermatologista, conforme recomendado pelo Ministério da Saúde.

É importante consultar um médico para tomar a melhor decisão.

A prática da automedicação, que consiste no uso de remédios sem a prescrição ou orientação de um profissional da saúde, pode trazer consequências prejudiciais para o bem-estar, como a ocorrência de reações alérgicas.

Algumas pessoas que sofrem de alopecia androgenética podem notar uma melhora no crescimento dos cabelos ao utilizar solução ou espuma de minoxidil diretamente nas áreas afetadas do couro cabeludo.

Adicionalmente, existe um remédio de administração oral conhecido como finasterida que tem a capacidade de inibir a produção da diidrotestosterona. Essa substância pode auxiliar no estímulo do crescimento capilar ou retardar a queda dos cabelos.

No entanto, é importante destacar que esse remédio pode ocasionar problemas no desenvolvimento do feto e não deve ser utilizado por indivíduos que têm planos de engravidar.

A utilização de dispositivos que emitem luz vermelha de baixa frequência na terapia com laser de baixa intensidade também pode contribuir para o aumento da densidade capilar.

Indivíduos que enfrentam um quadro de perda acentuada de cabelo, como no caso do eflúvio telógeno, devem receber tratamento adequado com base na causa subjacente. Por exemplo, se a deficiência de ferro for identificada como motivo da queda capilar, pode ser recomendada a suplementação desse mineral. Da mesma forma, é importante controlar doenças da tireoide ou outros fatores que possam contribuir para o problema.

Pacientes que sofrem com eflúvio telógeno ou padrões de perda de cabelo podem obter benefícios ao utilizar minoxidil tópico para melhorar a densidade capilar.

A injeção de um corticosteróide em áreas afetadas pela alopecia areata pode estimular o crescimento do cabelo, mesmo que ele esteja caindo de forma irregular.

Existem outras alternativas de tratamento disponíveis, como a aplicação local de corticosteroides, minoxidil, antralina e alérgenos de contato, como o éster dibutílico do ácido esquárico e a difenilciclopropenona.

A perda de cabelo é um problema comum que afeta muitas pessoas. Existem várias causas para a queda de cabelo, e entender esses fatores pode ajudar a encontrar soluções adequadas. Algumas das principais causas incluem desequilíbrios hormonais, estresse, genética e deficiências nutricionais.

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Os desequilíbrios hormonais podem levar à queda de cabelo em ambos os sexos. Nas mulheres, o excesso de produção do hormônio dihidrotestosterona (DHT) pode enfraquecer os folículos capilares e resultar na perda dos fios. Já nos homens, a calvície masculina é geralmente causada pela sensibilidade genética ao DHT.

O estresse também pode contribuir para a queda de cabelo. Situações estressantes podem interromper o ciclo normal do crescimento capilar e fazer com que mais fios entrem na fase de repouso ou caiam prematuramente.

A genética também desempenha um papel importante na queda de cabelo. Se houver histórico familiar da condição, as chances são maiores de desenvolver problemas capilares semelhantes.

Além disso, deficiências nutricionais como falta de vitaminas essenciais (como ferro e biotina) ou uma dieta pobre em proteínas podem afetar negativamente a saúde dos cabelos.

Felizmente, existem medidas que você pode tomar para lidar com a queda excessiva do cabelo. Consulte um médico especialista em dermatologia ou tricologia para obter um diagnóstico preciso da causa subjacente da sua perda capilar específica. Eles podem recomendar tratamentos tópicos, medicamentos orais ou até mesmo procedimentos cirúrgicos, dependendo do seu caso.

Além disso, adotar um estilo de vida saudável pode ajudar a melhorar a saúde geral do cabelo. Isso inclui ter uma dieta equilibrada e rica em nutrientes essenciais para o crescimento capilar, evitar produtos químicos agressivos no cabelo e reduzir os níveis de estresse através da prática regular de exercícios físicos e técnicas de relaxamento.

Alimentos que favorecem a redução da queda de cabelo

Os alimentos que ajudam a prevenir e tratar a queda de cabelo são aqueles ricos em nutrientes importantes para o fortalecimento dos fios e melhora da circulação sanguínea no couro cabeludo. Alguns exemplos desses alimentos são: peixes, ovos, soja, frutas vermelhas, feijão e vegetais verde-escuros.

Esses alimentos possuem propriedades anti-inflamatórias, antioxidantes e antissépticas que contribuem para manter os cabelos saudáveis. Eles fornecem vitaminas como a vitamina A (presente em vegetais verde-escuros), vitamina C (encontrada nas frutas vermelhas) e minerais como ferro (presente nos feijões).

Além disso, esses alimentos também auxiliam na produção de colágeno – uma proteína importante para a saúde do cabelo – e contêm ácidos graxos ômega-3 presentes nos peixes que ajudam na hidratação dos fios.

Portanto, incluir esses alimentos na dieta pode ser benéfico para evitar problemas com queda de cabelo e promover um crescimento capilar saudável.

Identificando a relação entre queda de cabelo e estresse

O estresse é um fator que pode contribuir para a queda de cabelo. Embora seja normal perder entre 50-100 fios de cabelo por dia, em períodos de estresse intenso ou prolongado, essa quantidade pode aumentar significativamente. O estresse afeta o ciclo de crescimento do cabelo, levando à interrupção prematura da fase anágena (fase de crescimento) e ao início precoce da fase telógena (fase de repouso), resultando na queda dos fios.

Quando estamos sob estresse, nosso corpo libera hormônios como o cortisol, que podem afetar negativamente os folículos capilares. Esses hormônios podem encurtar a duração da fase anágena e acelerar a transição para a fase telógena. Além disso, o estresse também pode levar à vasoconstrição dos vasos sanguíneos no couro cabeludo, reduzindo assim o suprimento adequado de nutrientes aos folículos capilares.

É importante ressaltar que nem todas as pessoas reagem da mesma forma ao estresse e nem todos experimentam queda excessiva de cabelo como resultado dele. Algumas pessoas são mais suscetíveis aos efeitos do estresse sobre os folículos capilares do que outras.

Para minimizar os impactos do estresse na saúde capilar, é essencial adotar medidas para gerenciar melhor esse problema emocional. Praticar exercícios físicos regularmente, buscar atividades relaxantes como meditação ou ioga e manter uma alimentação equilibrada são algumas das estratégias eficazes para lidar com o estresse.

P.S.: É importante lembrar que a queda de cabelo também pode ser causada por outros fatores, como desequilíbrios hormonais, deficiências nutricionais e condições médicas subjacentes. Se você está enfrentando uma queda excessiva de cabelo, é recomendado procurar um dermatologista para avaliar o problema e determinar a melhor abordagem de tratamento.