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Guia Prático para Calcular Pensão na Folha de Pagamento

Como Calcular Pensao Na Folha De Pagamento Guia Completo E Pratico

O cálculo da pensão alimentícia pode ser personalizado para diferentes situações, como férias, rescisão, décimo terceiro e folha mensal. A seguir, vamos explicar detalhadamente cada tipo de cálculo, levando em consideração suas particularidades e as diversas configurações que podem ser aplicadas em cada caso.

Obs: Pelas particularidades dos cálculos de pensão ser diferente para alguns funcionários, também se faz necessário que os eventos de pensão seja parametrizado por funcionário na tela de proventos e descontos.

Como calcular a pensão na folha de pagamento: guia completo e prático

O evento que será considerado para o cálculo da folha mensal relacionada à pensão alimentícia é o evento 120.

Para realizar o cálculo da pensão, é necessário inserir o evento 120 na movimentação fixa ou mensal. Além disso, devemos selecionar os eventos que serão considerados na base de cálculo para a pensão alimentícia (quando o evento 120 estiver configurado para ser calculado por quantidade). Na tela correspondente, é preciso marcar a opção “Pensão alimentícia” em “Considerar na base de cálculo de outras verbas” para todos os eventos que servirão como base para a pensão. Por exemplo, podemos citar o evento salário 101.

Evento de pensão parametrizado por quantidade

O cálculo será feito com base no evento 101, considerando apenas os dias trabalhados e eventos parametrizados para pensão. Caso não haja nenhum evento parametrizado para pensão alimentícia, o cálculo não será realizado.

Nos meses em que houver cálculo de férias e ocorrerem mudanças salariais ou alterações nos eventos que compõem a base de pensão, as diferenças serão refletidas no evento 419.

Evento de pensão parametrizado por valor

Nesta situação, não será realizado o cálculo da pensão. O valor registrado na ficha de registro será exatamente o mesmo valor apresentado no holerite.

Durante os meses em que as férias forem calculadas, o valor do evento 120 será reduzido pelos valores calculados nos eventos 119 e 419, se aplicável. Se houver qualquer alteração no valor do evento 120 após o cálculo das férias, a diferença será registrada no evento 419. No holerite, a representação da pensão calculada durante as férias (evento 129) será exibida no evento 119.

Qual a parametrização de pensão alimentícia para cálculo de férias?

O evento utilizado para calcular as férias relacionadas à pensão alimentícia é o evento 129.

A fim de calcular a pensão, é necessário registrar o evento 120 na movimentação fixa ou mensal. Além disso, devemos configurar os eventos de férias como base para o cálculo da pensão alimentícia (quando o evento 120 for definido para cálculo por quantidade). Na tela correspondente, devemos selecionar a opção “Pensão alimentícia” em “Considerar na base de cálculo de outras verbas” para os eventos de férias 209 e 236.

Evento de pensão parametrizado por quantidade

O valor da pensão alimentícia será calculado com base nos eventos 209 e 236, que estão relacionados à sua parametrização.

Evento de pensão parametrizado por valor

Neste caso, não será necessário calcular a pensão. O valor registrado na ficha de registro será o mesmo utilizado para as férias. Se os dias de férias forem menores que 30 dias, o valor será proporcional aos dias de férias. Caso as férias sejam divididas em dois meses, o valor será distribuído proporcionalmente entre os dias de cada mês.

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Na folha de pagamento e no documento de rescisão, o evento 129 será representado pelo evento 119.

Qual a parametrização de pensão alimentícia cálculo de rescisão?

A rescisão pode incluir cálculos de pensão alimentícia, que podem ser classificados como tipos de cálculo 119, 120 e 121.

Evento de pensão parametrizado por quantidade

A determinação do valor da pensão alimentícia (evento 120) será calculada com base no montante do evento 301, ou seja, considerando o saldo de salário e outros eventos parametrizados que são utilizados como base para a pensão. Vale ressaltar que os eventos de férias não serão incluídos nesse cálculo, como por exemplo os eventos 209 e 236.

Evento de pensão parametrizado por valor

Neste caso, não será feito o cálculo da pensão. O valor registrado na ficha de registro será exatamente o mesmo valor apresentado na rescisão. É importante destacar que se houver cálculo das férias no mês da rescisão, o valor do evento 120 terá a dedução dos valores 119 e 419 (se existirem). Caso ocorra uma alteração no valor do evento 120 durante as férias, a diferença será registrada no evento 419. Na rescisão, a representação do cálculo da pensão realizado nas férias (evento 129) estará presente no evento 119.

No momento da rescisão, o cálculo dos valores de pensão alimentícia referentes ao décimo terceiro salário será feito separadamente. Isso ocorrerá seguindo as configurações especificadas para incluir a pensão alimentícia e o décimo terceiro salário na base de cálculo de outras verbas simultaneamente. O valor resultante será registrado no evento 121.

Rescisão de contrato de trabalho – TRCT: Guia completo e prático

No campo de “Deduções” do Termo de Rescisão do Contrato de Trabalho (TRCT), serão somados todos os valores em que os eventos relacionados à pensão alimentícia estejam configurados na tela correspondente, com o código evento TRCT igual a 100. Por exemplo, se uma rescisão gerou um evento de pensão alimentícia no valor de R$ 50,00 e outro evento referente ao décimo terceiro salário da pensão alimentícia no valor de R$ 40,00, considerando que ambos os eventos tenham o código TRCT igual a 100, então será apresentado no TRCT o total de R$ 90,00 como dedução referente à pensão alimentícia.

Os eventos relacionados à pensão alimentícia, como 119, 120, 121, 129, 419 e 620, serão todos marcados com o código de evento TRCT igual a 100 por padrão. No entanto, cabe ao usuário decidir quais eventos devem ser representados no TRCT como pensão alimentícia. Se não desejar que um determinado evento seja considerado como pensão alimentícia no TRCT, basta remover o código 100 do campo de código do evento TRCT.

Qual a parametrização de pensão alimentícia cálculo de décimo terceiro?

O evento que será considerado para o cálculo do 13º salário é o evento 121, referente à pensão alimentícia.

Para realizar o cálculo da pensão, é necessário lançar o evento 120 na movimentação fixa ou mensal. Além disso, o evento de décimo terceiro (911) deve ser configurado como “Pensão alimentícia” em “Considerar na base de cálculo de outras verbas”, somente quando o evento 120 for por quantidade. Vale ressaltar que não será feito o cálculo da pensão alimentícia no adiantamento (1ª parcela) do décimo terceiro.

Importante ressaltar que, para que o evento 120 seja considerado no cálculo do décimo terceiro salário, é necessário lançá-lo na movimentação mensal com o tipo de movimentação igual a 3 – Décimo terceiro. Essa opção deve ser selecionada ao inserir o evento na aba Mov. mensal geral. Já para o cálculo da folha de pagamento e rescisão, é preciso lançar o evento com o tipo de movimentação igual a 2 – Adiantamento/Folha/Reajuste/Férias/Rescisão. É importante observar que essa regra não se aplica quando o evento estiver lançado na movimentação fixa.

Calculando Pensão na Folha de Pagamento: Guia Completo e Prático

A pensão alimentícia será calculada com base no valor do evento 911, que deve ser definido como referência para o cálculo. Caso o evento de décimo terceiro não esteja estabelecido como referência para a pensão alimentícia, o evento 121 não será considerado no cálculo.

Evento de pensão parametrizado por valor

Nesta situação, não será necessário calcular a pensão. O valor registrado na ficha de registro será o mesmo apresentado no holerite. Portanto, o evento 911 não precisa ser configurado como base para a pensão alimentícia.

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Cálculo de pensão alimentícia através de equações

2)IRRF = (BRUTO – INSS – DEPENDENTE – PENSÃO) * AliquotaIRRF – Dedução

Para ilustrar, vamos considerar o cálculo da pensão alimentícia, que corresponde a 30% do rendimento líquido.

Tabela do IRRF = 22,5% e dedução de R$ 602,96 (**)

O valor correspondente ao teto de acordo com a tabela de maio/2014 é de R$ 4.390,24. Sobre esse valor, deve-se aplicar uma taxa de 11%.

IRRF = (4.585,00 – 482,92 – 179,71 – PENSÃO) * 0,225 – 602,96

Depois de calcularmos o montante da pensão, é necessário subtrair esse valor da base de cálculo do IRRF, pois isso pode resultar em uma redução na alíquota.

Nessa situação específica, a taxa de imposto de renda será diminuída para 15% e o montante da dedução será de R$335,03. Agora vamos utilizar esse valor encontrado para calcular o IRRF.

IRRF = (4.585,00 – 482,92 – 179,71 – 1.229,76) * 0,150 – 335,03

Regras gerais sobre a parametrização dos eventos de pensão alimentícia

Uma recomendação importante para os eventos de pensão alimentícia é que a configuração do cálculo (valor/quantidade) seja sempre consistente em todos os eventos. Caso contrário, pode ocorrer falhas na geração dos cálculos dos eventos “filhos” ou até mesmo não gerar esses cálculos corretamente.

O sistema irá considerar a quantidade ou valor lançado na movimentação fixa ou mensal do evento “120”. E as parametrizações, tipo de cálculo, percentual, base de cálculo, será considerada no cálculo da pensão a do evento que está sendo calculado, ou seja, se for férias, vai considerar a parametrização do evento 129 e se for décimo terceiro vai considerar a parametrização do evento 121.

Por exemplo, ao calcular as férias, se o evento 120 estiver configurado para ser calculado com base na quantidade e o evento 129 for configurado para ser calculado com base no valor, então o valor do evento 120 será zero. Ao calcular o evento 129 que é parametrizado pelo valor, ele buscará o valor do evento 120 e não realizará cálculos por encontrar um valor zero.

Outras formas de cálculo, como o IRRF ou INSS, podem ser ajustadas de acordo com as regras específicas para cada um, incluindo a criação do processo de pagamento correspondente.

: ERP Folha de pagamento: Cálculo de pensão alimentícia

Inclusão da pensão na folha de pagamento

Para que o pagamento de pensão alimentícia seja realizado através da folha de pagamento, é imprescindível que a empresa receba um ofício do juiz contendo o nome do funcionário responsável por efetuar esse auxílio financeiro à pessoa beneficiada. Esse documento oficial serve como uma ordem judicial para que a quantia estipulada seja descontada diretamente do salário do empregado e repassada ao destinatário indicado.

Após identificar a margem consignável disponível, é preciso calcular qual será o valor mensal da pensão alimentícia com base nas determinações judiciais. Geralmente, essa quantia corresponde a um percentual fixo sobre os rendimentos líquidos ou brutos do empregado. É importante ressaltar que cada caso pode ter particularidades específicas definidas pelo juiz responsável pela decisão.

P.S.: É fundamental destacar que tanto empresas quanto funcionários devem estar cientes das obrigações legais relacionadas ao pagamento de pensão alimentícia em folha de pagamento. É importante seguir rigorosamente as determinações judiciais para evitar problemas legais e garantir que o auxílio financeiro seja repassado corretamente ao beneficiário.

Cálculo da pensão alimentícia: como fazer?

O cálculo da pensão alimentícia na folha de pagamento pode variar de acordo com o percentual estabelecido em acordo ou determinado judicialmente. Geralmente, esse percentual varia entre 15%, 20% e 30% sobre a renda do alimentante, podendo ser maior em alguns casos específicos.

Além do valor descontado diretamente na folha de pagamento ou depositado em conta, é comum que o alimentante também seja responsável por outras despesas relacionadas ao filho. Por exemplo, ele pode ser obrigado a arcar com os custos da escolinha, transporte escolar ou qualquer outra necessidade essencial para o bem-estar e desenvolvimento da criança.

É importante ressaltar que esses acordos podem variar dependendo das circunstâncias individuais de cada caso. Portanto, é fundamental buscar orientação jurídica para garantir que todos os aspectos legais sejam considerados no momento de calcular a pensão alimentícia na folha de pagamento.

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Ao realizar esse cálculo, é necessário levar em conta não apenas a renda mensal do alimentante, mas também outros fatores como gastos fixos e eventuais despesas extras. Dessa forma, será possível chegar a um valor justo e adequado para suprir as necessidades básicas do filho sem comprometer financeiramente o responsável pelo pagamento da pensão.

Em suma, calcular a pensão alimentícia na folha de pagamento requer atenção aos detalhes legais e às particularidades do caso em questão. Buscar auxílio profissional nesse processo é fundamental para garantir uma divisão justa dos recursos financeiros destinados ao sustento dos filhos.

Cálculo da folha de pagamento: como fazer?

O cálculo da pensão na folha de pagamento é uma tarefa relativamente simples. Para fazer esse cálculo, você precisa dividir o valor total da pensão por 220, levando em consideração a quantidade de horas trabalhadas no mês. Por exemplo, se o valor da pensão for R$3.000,00 e foram trabalhadas 32 horas no mês, você divide R$3.000,00 por 220 (R$13,63) e depois aplica os 20% sobre esse valor (R$2,72). Assim, o total a ser descontado na folha de pagamento seria de R$87,27.

1. Entenda como calcular a pensão na sua folha de pagamento

2. Aprenda passo a passo como realizar o cálculo corretamente

3. Saiba quais informações são necessárias para fazer o cálculo

5. Descubra dicas úteis para evitar erros no cálculo da pensão

6. Tenha acesso a um guia prático que simplifica todo o processo do início ao fim

Valor da pensão para quem recebe 3.500

Por exemplo, se uma pessoa ganha um salário de 3.500 reais e precisa pagar pensão para seu filho, é comum pensar que ela deveria destinar 30% desse valor (1.050 reais) para a criança. No entanto, essa não é uma regra fixa e o valor da pensão deve ser calculado levando-se em conta as necessidades específicas do beneficiário.

De acordo com a legislação brasileira, o valor da pensão alimentícia deve ser proporcional às necessidades do filho ou cônjuge que irá recebê-la. Portanto, se ficar estabelecido judicialmente que apenas 15% (525 reais) são suficientes para suprir as necessidades da criança nesse caso específico – mesmo sendo menor do que os 30% inicialmente cogitados -, esse será o valor correto a ser pago mensalmente.

P.S.: É fundamental ressaltar que cada situação pode ter suas particularidades e é sempre recomendável buscar orientação jurídica especializada para garantir um cálculo adequado da pensão na folha de pagamento.

O que não é considerado no cálculo da pensão alimentícia?

Confira agora os ganhos que NÃO INCIDEM sobre o cálculo da pensão alimentícia:

1. Abonos

2. Cesta básica

3. Vale alimentação

4. PLR – Isso porque, em 2019, o Superior Tribunal de Justiça entendeu que a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) não possui caráter salarial, mas indenizatório.

5. Auxílio Acidente – conforme decisão do RESP 1159408/PB.

6. Saldo do FGTS

7. Diária de viagem

Lembrando também que essas informações são específicas para o Brasil e podem sofrer alterações ao longo do tempo ou em diferentes regiões do país.

Declaração de pensão alimentícia descontada em folha de pagamento

Quando uma pessoa física é responsável por pagar pensão alimentícia, ela precisa informar os valores pagos na ficha “Pagamentos efetuados” em sua declaração de imposto de renda. Essa obrigação está prevista pela Receita Federal do Brasil e tem como objetivo garantir a transparência das informações relacionadas aos pagamentos realizados.

Além disso, é importante que o contribuinte inclua os dados das pessoas que recebem a pensão na ficha de “Alimentandos”. Nessa seção, devem ser informados o nome completo, CPF e data de nascimento dos beneficiários da pensão. É fundamental preencher essas informações corretamente para evitar problemas futuros com a Receita Federal.

Ao calcular a pensão na folha de pagamento, é necessário considerar alguns aspectos importantes. Primeiramente, deve-se levar em conta o valor estabelecido pela Justiça ou acordado entre as partes envolvidas. Esse valor pode variar conforme as necessidades do alimentando e também levando em consideração a capacidade financeira do alimentante.